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Veja este vídeo que mostra a jogabilidade de Jogos touchscreen




http://www.youtube.com/watch?v=darYgUQi7XM


Bom gente, veja esse incrível vídeo que mostra como agente pode explorar os jogos para telas em touschscreen, gostei muito do resultado, desde os gráfico que creio que e uma questão de tempo para ser melhorado e do jogo, e também em questão de jogabilidade, pode ver que a gente entra dentro do jogo, se sente completamente com um personagem do jogo, visto que próximos jogos irão vir assim, e este tecnologia em beneficio dos jogos será de muita atratividade!

Em breve irei postar mais exemplos de jogos como este!

Os melhores jogos das primeiras gerações de games pra você jogar online.

Se você tem saudades dos jogos dos anos 80 e 90 agora vai poder jogar os mais famosos online.
São jogos do Atari Nintendo e muito mais.Quando eu montava a lista consegui matar a saudade de jogos que eu jogava em minha adolescência, bons tempos !!!


Clique aqui Para acessar o Site



Creditos: Megafacil

Porque Tibia é mais jogado que Crysis




Tibia é um joguinho RPG on-line para múltiplos jogadores (MMORPG) gratuito, com gráficos de baixíssima resolução. Já Crysis, é o jogo mais avançado do mundo, com os melhores gráficos. Mesmo assim, aqui no Brasil, Tibia tem mais jogadores que Crysis.
Veja o Gráfico de Tibia:




O ótimo gráfico de Tibia
Agora veja a diferença de Crysis:




O gráfico de Crysis
Se Crysis é tão bom, por que Tibia é mais jogado? Para entender o assunto, basta olhar a tabela abaixo:


RequisitoCrysisTibia
Memória RAM2 GB128 MB
Processador2 Ghz Core x2 233 Mhz
Espaço em Disco12 GB30 MB
Placa de vídeoGeForce 8800 GTS ou similarQualquer uma



Analisando a tabela acima, fica fácil de saber porque Crysis é pouco jogado. Apesar de não ser muito difícil achar computadores assim, essa configuração é fora da realidade da maioria do povo brasileiro. Enquanto um computador Positivo custa R$1000, um computador com a configuração para Crysis custa quase R$3000!
Para quem ganha cerca de 1 salário mínimo, essa é uma realidade muito distante.

História do Need for Speed

Veja no vídeo uma linha do tempo que mostra o game Need For Speed desde que foi lançado em 1995 até um dos mais atuais jogos que é de 2009. Conforme o vídeo vai passando podemos ir vendo claramente as mudanças na jogabilidade e principalmente no gráfico do jogo, afinal em 1995 os gráficos eram bem restritos e agora já é possível fazer uma reprodução quase perfeita do veículo.






http://www.youtube.com/watch?v=NzAiWgfSHZc




http://www.youtube.com/watch?v=6y7pE8mMAO8


* Road & Track Presents: The Need for Speed (1994, 1995): Foi o primeiro jogo da série, lançado originalmente para o console 3DO (uma parceria na qual a Eletronic Arts fazia parte) em 1994, recebendo no ano seguinte conversões para PC (DOS), PlayStation e Sega Saturn. O jogo já tinha as marcas registradas da série: com veículos de marcas famosas (Ferrari, Porsche), e fugas da polícia.


* Need For Speed II (1997): Lançado para PC e PlayStation. Marcava a saída do realismo do primeiro NFS para entrada de uma corrida estilo arcade. O PC também recebeu a Need for Speed II Special Edition, com gráficos melhores para placas Voodoo, da 3Dfx.


* Need for Speed: V-Rally (1997): Lançado para PlayStation, é um jogo de rally com o logo de NFS. Não foi bem-recebido.


* Need for Speed III: Hot Pursuit (1998): Lançado para PC e PSX. Hot Pursuit intensificava as corridas da polícia, que, fazia de tudo para parar você e todos os outros competidores. Tambem possibilitava a “ir para o lado negro da força” e se juntar aos policias em busca dos infratores.


* Need For Speed IV: High Stakes (1999): Lançado para PC e PSX. Foi criticado por extrema semelhança com Need for Speed III. Incluía o modo “Carreira”, que dava dinheiro ao vencer corridas (podendo gastá-lo em upgrades e novos carros) e se tornou tradição.


* Need For Speed: Porsche Unleashed (2000, 2004-GBA): Lançado para PC, PSX e, 4 anos depois, Game Boy Advance. Muito bem-recebido, possuía apenas Porsches, com grande realismo e modelos de 1950 a 2000.


* Need for Speed: V-Rally 2′ (1999): Para Dreamcast, Playstation e PC. Sequência do “projeto separado”, redesenhado e tendo melhor recepção.


* Motor City Online(2001): Jogo´online para PC, possuindo HotRods ou Muscle Cars com possibilidade de costumização. Foi offline após 2 anos.


* Need for Speed: Hot Pursuit II (2002): Lançado para todos os então “novos consoles” (PlayStation 2, Xbox, GameCube) e PC, era enfatizado mais nos “pegas” com a polícia. Teve 2 versões diferentes, a do PS2 (feita pela Black Box Software, atual EA Canada) e a dos outros consoles (feita pela EA Seattle), tendo a crítica considerado a primeira como sendo melhor.


* Need for Speed: Underground (2003): Lançado para PC, PlayStation 2, Xbox, GameCube, e GBA. Aproveitando a febre do tuning(modificação de carros) inaugurada pelo filme “Velozes e Furiosos”, trouxe a possibilidade de modificar seus carros de uma maneira nunca vista antes. Além disso, foi o primeiro jogo a possuir uma história,e todas as corridas ocorriam á noite (mas sem polícia). Teve muito sucesso.


* Need for Speed: Underground 2 (2004, 2005 – DS): Lançado para PC, PlayStation 2, Xbox, GameCube, GBA e Nintendo DS. Teve como grande diferença uma cidade para percorrer (no estilo da série Grand Theft Auto), á procura das corridas e lojas de tunagem. Foi bem-recebido, mas menos do que Underground, recebendo críticas por causa da cidade grande e vazia, trilha sonora discutível e excessiva publicidade (com direito ao logo de uma empresa de telecomunicações na tela).


* Need for Speed: Hot Pursuit III (2005, 2006) – Lançado para PC e PlayStation, este é o terceiro Hot Pursuit da série NFS. Foi lançado junto com o NFS: Underground Rivals e os carros adicionados são: Cadilac Cien, o Lincoln TownCar e outros famosos.


* Need for Speed: Underground Rivals (2005) – Lançado para o PlayStation Portable. Inspirado na série Underground, teve carros novos como o 1969 Dodge Charger, the 1967 Ford Mustang, e o 1997 Chevrolet Corvette C5.


* Need for Speed: Most Wanted (2005): Lançado para PC, PlayStation 2, Xbox, Xbox 360, GameCube, GBA, Nintendo DS e PSP (com o título Need for Speed: Most Wanted 5-1-0). Marca a volta das corridas policiais, tendo essas mais importância do que nunca: o jogo é centrado em se tornar o “criminoso mais procurado”, e possui menos customização do que a série Underground. Foi considerado pela crítica um dos melhores da série. O PC, PS2 e Xbox viram também o lançamento da edição especial Need For Speed Most Wanted – Black Edition com mais 2 carros (BMW E46 (M3) GTR e 1967 Chevrolet Camaro), pistas exclusivas e DVD bônus com documentário (apenas nos EUA).


* Need For Speed: Carbon (Novembro de 2006): Mas novo jogo da serie marca a volta da customização, corridas noturnas que começam no centro da cidade e acabam nos mais perigosos desafios chefes no cânion. Carros como o 2008 Dodge Challenger Concept, Mitsubishi Lancer Evolution e Lamborghini Gallardo estão presentes. Lançado para PC, todos os consoles da geração atual (PlayStation 2, Xbox, GameCube) e próxima (Xbox 360, PlayStation 3, Wii), e portáteis (GBA, Nintendo DS e PSP).


* Need For Speed: ProStreet (Novembro de 2007): Com corridas em circuitos fechados, ProStreet não fez muito sucesso entre os fãs do NFS, o Tunning não está igual a série “Underground”, em ProStreet o “Damage” pode ser uma coisa muito importante para chegar até o final do jogo, pois é provável que nas corridas o carro se danifique pouco ou muito! O “Smoke” também está presente no ProStreet, em Minigames antes da corrida “Drag” você pode “Fritar” os Pneus para dar mais aderência na corrida.


* Need For Speed: Undercover (Novembro de 2008): Fugir da polícia é uma das atividades preferidas de muitos jogadores (na vida virtual, é claro). Apenas a renomada série Grand Theft Auto pôde satisfazer com louvor esse desejo dos gamers desde o lançamento de Need for Speed Most Wanted, o renomado título da Electronic Arts. Ainda assim, as últimas gerações de games de corrida deixaram a desejar nesse quesito.

A evolução de Lara Croft

Apesar de não beber bebida alcoólica Lara Croft parece vinho quanto mais velha mais encorpado, com todo respeito. Mas não é à toa que ela é a musa dos games. Veja agora a incrível evolução estética que a musa sofreu a cada jogos.



Confira abaixo as imagens com as sete modelos que representaram Lara Croft – personagem da série Tomb Raider, considerada a heroína humana mais bem sucedida dos games!




Lucy Clarkson


Rhona Mitra

Nell McAndrew

Vanessa Demouy

Lara Weller

Angelina Jolie

Karima Adebibe

Qual a sua predileta?


Sega promete melhores jogos de Sonic – Notícia ou Piada ?

Sega_qjpreviewth


Já faz vários anos que nosso grande Sonic se encontra em estado de absoluto “coma”, ou como diria O Chefe o nosso ouriço favorito se encontra em uma má fase.

Nessa geração a escrita é a mesma. Jogos no maximo medianos infestam o líder da geração Nintendo Wii e outros já horríveis você encontra no Xbox 360 e no PS3 da Sony.

Essa semana a Sega deu uma entrevista ao site Industry Gamers, Sea Ratcliffe da SEGA disse: Abre aspas: “A qualidade dos games é algo que irá melhorar com o tempo.
Não se trata de se levantar numa manhã e dizer vamos melhorar a qualidade da franquia, isso é mágica. Devemos trabalhar muito para conseguir esse objetivo.”

Sega quer uma dica ?

Recrie a franquia Sonic em 2D com gráficos em alta definição, comece com remakes e logo em seguida siga essa formula com games inéditos nesse mesmo formato.

A Capcom está ai para provar que essa formula funciona, Super Street Fighter HD foi um sucesso de critica e de vendas. Alias o game é fodástico, recomendo.

Dado de curiosidade:

Nessa geração o único sucesso da franquia Sonic, foi como ironia do destino em um game estrelado ao lado de seu maior rival. Trata-se de Mario & Sonic at The Olympic Games, que vendeu milhões de cópias em todo o mundo.



Video Games



Creditos: canalprogramadoresdejogos

OnLive: o futuro dos videogames

Plataforma promete todos os títulos via internet, na TV e sem console. Vem aí um novo serviço sob demanda que permitirá aos usuários jogar games avançados sem precisar comprar consoles ou PCs de alta qualidade. Tudo é executado remotamente em servidores e jogado pela internet. A novidade deve chegar ao mercado no final de 2009, mas você já pode dar uma espiada AQUI. Nós aguardamos, ansiosos!


Games de corrida da maneira que conhecemos hoje estão com os dias contados




http://www.youtube.com/watch?v=3Z1qQEV3pRg




O pessoal do Black Rock Studios decretou: os games de corrida no formato que conhecemos hoje estão com os dias contatos. Para quem não sabe, são eles quem estão desenvolvendo o “Split/Second“.
A justificativa dada para a afirmação é de que o mercado está crescendo e se tornando mais exigente.Assim como todos os mercados, não? E parece que isto já está pegando no bolso do estúdio. Um dos executivos já teria dito que os jogos deste tipo estão vendendo menos.
E para solucionar todos estes problemas viria o “Split/Second” (em 2010), que poderia “salvar” o gênero. As promessas não dizem muito: efeitos especiais e jogabilidade inovadora. Apesar disto, podemos dar crédito para o Black Rock, já que eles foram os que criaram o Pure.

20 Curiosidades inúteis sobre jogos




1. O máximo de pontos possíveis de serem atingidos no Pac-Man é 3,333,360 pontos.
2. O primeiro produto já feito pela Sony foi um cozedor de arroz.
3. No jogo original do Donkey Kong, Mario era chamado de “Jumpman” e era um carpinteiro, e não um encanador.
4. As iniciais do nome do diretor de arte de Halo, Marcus R. Lehto, pode ser encontrado nas botas do Masterchief, e sua data de nascimento ( em 6 dígitos ), nos tanques.
5. O primeiro Easter Egg já encontrado foi no Adventure for Atari 2600, onde o jogador podia acessar uma sala secreta escrevendo o nome do diretor do jogo nela.
6. Lara Croft era, originalmente, chamada de Laura Cruz.
7. A Nintendo nunca deu ao Mario um sobrenome oficial, exceto no Mario Bros, onde deixa a entender que é Mario Mario.
8. O jogo de PS2 Asterix & Obelix contém mais de 100 referências a outros jogos, tais como Pac-Man, Tomb Raider, Street Fighter e Super Mario Sunshine.
9. Gran Turismo 2 possui 650 carros. Mais que Gran Turismo 3.
10. A média de idade de jogadores de vídeo-game, nos Estados Unidos, é de 33 anos. Onde a maioria vem jogando há 12 anos.
11. Nos primeiros estágios do desenvolvimento de Final Fantasy XII, haviam planos de incluir um segundo jogador ao longo do game.
12. Em 2001, 2 alunos de arte criaram uma versão de Pong, chamada de PainStation, onde os perdedores sofriam dor de verdade, tais como eletricidade, queimaduras e chicotadas!
13. A tradução de Nintendo é “Deixe a sorte para o céu”.
14. Capcom é a redução de “Capsule Computers”.
15. Mesmo que você raramente os veja, o Yoshi tem dentes.
16. Possuir uma cópia de Manhunt na Nova Zelândia é uma ofença criminal.
17. Antes de ser dono da Nintendo, Hiroshi Yamauchi possuía uma empresa de táxis e chegou a ser dono de um motel.
18. The Sims ficou por 82 semanas no top10 games de PC da Inglaterra.
19. Cada carro do Gran Turismo 4 ( onde são aproximadamente 700 carros ) demora cerca de 1 mês para ficar pronto.
20. Atualmente 24% dos adultos americanos com mais de 50 anos joga vídeo-game, ao contrário dos 9% de 1999.

Curiosidades - O primeiro game, a primeira revista...

GamesRadar (que vive postando listas) fez mais uma bem interessante, mostrando os primeiros registros de várias áreas dos games. Tentando explicar, é uma lista mostrando o primeiro game, a primeira revista lançada de games, a primeira mulher que interpretou a Lara Croft, e outros:

1 - O primeiro game que foi obrigatório o uso do Dual Shock para ser jogado foi o Ape Escape, em 1999.

2 - O primeiro game de luta que tinha um personagem secreto foi Mortal Kombat, lançado em 1993. O personagem foi o Reptile.

3 - Os chocobos, um dos elementos mais conhecidos da série Final Fantasy, apareceu pela primeira vez em Final Fantasy II.

4 - The Legend of Zelda - Ocarina of Time foi o primeiro game a tirar nota máxima na conceituada revista Famitsu, no Japão.

5 - O Mario apareceu pela primeira vez no game Donkey Kong (que foi o primeiro game de Shigeru Miyamoto), com o nome Jumpman. Além disso, o jogo foi o primeiro game de plataforma da história.

6 - Carmaggedon foi o primeiro game banido da Inglaterra.

7 - A primeira revista dedicada aos videogames foi a Computer & Video Games, lançada em 1981 na Inglaterra.

8 - O primeiro filme baseado num jogo foi Super Mario Bros., em 1983 1993, com Bob Hoskins como Mario e Dennis Hopper como o King Koopa (Bowser).

9 - O primeiro console da Sega foi lançado em 1981. Se chamava SG-1000.

10 - A primeira mulher que interpretou a personagem Lara Croft para a Eidos foi Rhona Mitra.

11 - O primeiro game foi SpaceWar.

12 - O primeiro fliperama lançado foi Pong, em 1972.

Curiosidade sobre Street Fighter

Você sempre se perguntou quem eram o louro e o negro que apareciam lutando na abertura original de Street Fighter II?

Eles eram Joe e Mike, respectivamente, ambos os oponentes dos Estados Unidos no primeiro Street Fighter. Essa abertura só foi substituída em Super Street Fighter II, com uma belíssima animação na qual o Ryu preparava um Hadouken.

OBS: As vezes me pergunto, pqp será que algum dia irei parar de jogar Stree Fighter IV ? kkkkkk…




Em 1982 Yoshiki Okamoto (Criador de Street Fighter) começou a trabalhar na Konami, sim Konami gurizada, lá ele trabalhava desenhando pôsteres para jogos. Depois de certo tempo ele foi chamado para desenhar os personagens de um novo jogo, Yoshiki foi responsável por todo o projeto de Time Pilot, jogo que fez bastante sucesso na época.


Logo depois disso justamente quando Yoshiki foi pedir uma promoção, ou seja, um “aumento” básico a Konami o demitiu (Que cagada em Konami. pqp). Depois de demitido, o japa ficou procurando emprego de empresa em empresa, até conseguir um trampo na Capcom. E o resto da historia todos nós conhecemos como termina.

TOP 10: Piores Consoles da História

Até chegarmos aos atuais Playstation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii tivemos que nos recuperar de grandes fiascos. Abaixo o TOP 10 dos Piores Consoles da História.

10. Phantom


Não há nome melhor para um console que nunca seria lançado como o Phantom (Fantasma). O console da Infinium Labs veio com uma proposta revolucionária: não havia espaço para cartuchos ou CDs, em vez disso todos os jogos seriam baixados online de um diretório acessado diretamente pelo console.

O maior atrativo e conseqüentemente sua maior derrota foi a promessa de rodar tanto jogos atuais quanto os da próxima geração, o que obviamente é impossível já que a velocidade com que a tecnologia avança é exorbitante.

A ansiosa Infinium Labs pretendia vender o console em 2004, mas ainda não havia conseguido montar nem sequer um sistema de download de jogos ou mesmo encontrado produtoras para produzi-los, tendo que mais uma vez adiar o projeto. Após muito tempo de promessas e falhas unidas à problemas financeiros, o Phantom tornou-se um fracasso antes mesmo de ser lançado.

09. N-Gage


O N-Gage é um smartphone desenvolvido pela Nokia em 2003 com a promessa de ser um gameboy melhorado. O N-Gage tem um péssimo design em todos os sentidos. A tela era mais alta do que larga, ao usá-lo como telefone você deveria colocá-lo de lado contra a orelha, deixando você numa posição ridícula (da mesma forma que aquele cara ironiza na foto).

Trocar os jogos era outro grande problema; tornava-se necessário retirar a bateria do celular, colocar o jogo, recolocar a bateria, dar o boot, para então o jogo iniciar-se. Além disso, os jogos lançados eram poucos e na maioria, péssimos.

Com o passar do tempo a Nokia resolveu diversos problemas às pressas, tornando-o muito melhor, mas já era tarde demais. O fracasso do N-Gage marcou tão fortemente que tanto os compradores quanto as produtoras de games se recusavam a dar uma segunda chance, tornando dele um fracasso.

08. Virtual Boy

Gunpei Yokoi, o criador do famosíssimo Game Boy, errou profundamente ao criar o Virtual Boy. O Virtual Boy, de longe o maior fracasso da Nintendo, era um console de 32bits que tentou inovar tecnologicamente em 1995, uma época que ainda não existiam recursos para um console de realidade virtual, ou seja, um videogame 3D.

Para torná-lo mais barato ele possuía apenas as cores vermelha e preta, já que ser colorido o tornaria três vezes mais caro. Mesmo assim, seu efeito 3D era péssimo e o console muito caro (US$180,00) para o que tinha a oferecer.


A promessa de que ele era portátil foi igualmente falha. Você tinha de colocá-lo sobre sua cabeça e apoiar o tripé sobre uma mesa, tornando impossível de virar a cabeça para qualquer lado que não fosse para frente, causando dores no pescoço devido ao desconforto. Além disso, as cores vermelha e preta unidos ao péssimo 3D davam dores de cabeça e poderiam causar problemas de visão após pouco tempo de jogo. Poucos jogos foram lançados para o console. Após cerca de um ano de “venda” a Nintendo demitiu Gunpei e abandonou o projeto, decidida a fingir que ele nunca existiu.

07. Panasonic 3DO

07. 3DO

Talvez nenhuma outra empresa tenha prometido tanto para um console como a 3DO Company (Uma sociedade entre 7 empresas) fez para o 3DO. Produzido em 1993 pela Panasonic, o primeiro console 32bits era uma promessa de se tornar parte do lar de qualquer um, do mesmo jeito que ocorria com a TV ou o VHS. Muitas empresas adquiriram licença para produzir jogos acreditando nisso.

O 3DO tinha o atrativo de ter tecnologia CD-ROM, mas era excessivamente caro e muito inferior ao prometido, motivo que o condenou ao fracasso antes mesmo do lançamento. Apesar de ter tido muitos títulos devido as licenças compradas pelas diversas empresas, mesmo os bons títulos já estavam disponíveis para outros consoles de forma melhorada. Muitos dos games da 3DO eram jogos feitos em forma de filmes – muitas vezes trash - interativos. O 3DO demorou excessivamente em cumprir promessas, e não aguentando contra as gigantes Sega e Sony, caiu no esquecimento após pouco tempo no mercado.

06. Addons da Sega Genesis (ou Sega Mega Drive)


Os addons da Sega Genesis foram o principal motivo pela morte do famoso console. Vamos começar com o principal, o 32X ou SVP (Sega Virtual Processor). Com medo das novidades da concorrente NES e vendo seu console começar a ficar ultrapassado, em 1993 a Genesis bolou um upgrade para tornar o Genesis de 16bits em um 32bits com melhor qualidade visual, som e cenas 3D. E de fato, era bem mais poderosa do que o famoso addon concorrente, o Super FX, da Nintendo.

Por que falhou? A melhoria que o 32X proporcionava não era tão boa e o preço era absurdamente salgado. O 32X era uma espécie de cogumelo preto adicionado em cima do console, dando um aspecto horrível além de exigir mais uma fonte de alimentação. Muitos jogos ficavam piores em som e imagem com o 32X.O 32X também não oferecia o poder de um verdadeiro console 32bits. A maior aposta nos 32bits foi o game Virtual Racing que era extremamente caro, assim como os outros poucos títulos 32bits existentes.

Outro grande fiasco foi o Sega CD, uma extensão para rodar jogos em CD-ROM para o Sega Genesis. A união dos addons tornavam o console caro demais, exigiam 3 fontes de alimentação e deram a ele uma aparência monstruosa.
Do outro lado a Nintendo deixou todos babando com Donkey Kong Country. Então, por que gastar tanto com addons ruins para Mega Drive se a Nintendo revolucionava sem mexer no hardware? Todos esses motivos unidos a falta de vendas e queda de preços dos verdadeiros 32bits fizeram com que, enfim, a Sega cavasse seu próprio túmulo.

05. Jaguar


O primeiro console 64bits criado foi obra da desastrosa Atari de 1993. Feita para ultrapassar o MegaDrive/Genesis, Super Nintendo e competir com o 3DO, a Atari apostou tudo no seu console 64bits fazendo uma propaganda intensiva chamada “Do the Math” (Faça os cálculos), dizendo ser incrivelmente superior aos consoles 16bits mais os 32bits. Coitada, a propaganda publicitária exagerada e enganosa da Atari foi silenciada pela pobreza óbvia que todos viam no console.

Haviam pouquíssimos títulos para o console, praticamente todos ruins. Após um tempo, finalmente games bons foram lançados como Tempest 2000, o convertido de PC e famoso Doom e Wolfenstein 3D, e o grande hit Alien vs. Predator.
Mesmo assim, a biblioteca de jogos era pequena demais, até por causa dos bugs que acompanharam o console. Os que queriam corrigir os bugs de seu novíssimo console tiveram que aturar péssima assistência. O controle era uma tragédia a parte, extremamente desconfortável e com mais de 15 botões.

Enfim, com a chegada do que seria o rei dos videogames, o Playstation, a massacrada Jaguar retirou definitivamente a Atari do ramo dos consoles e deixaram na memória alguns dos piores comerciais que existiram. Parece que eles não eram tão bons de cálculo afinal.
lol

04. Philips CDi

Em 1991, a Philips fez a besteira de construir o Philips CDi. De começo, a Philips nem sequer pensava nele como um videogame. Eles construíram uma plataforma de simples jogos educacionais, em forma de filmes longa-metragem, torcendo para que as escolas os usassem. Quando não eram educacionais eram baseados em programas de TV populares (Game shows).
Apesar de o sistema educacional ser inovador não era atrativo algum para qualquer faixa etária.

O CDi também era incrivelmente lento e desajeitado.
Com as vendas lá embaixo, a Philips tentou desesperadamente melhorar sua plataforma, lançando o CD-i 450, tornando o Philips CDi realmente um console. Como forma de competir com 3DO, Super Nintendo e Sega Mega Drive, lançaram os fiasco dos games Zelda e Mário (Emprestados via contrato pela Nintendo) e abaixaram o preço de US$800 para US$400. Tarde demais, com o Sega Saturn e o Sony Playstation na área não havia escapatória para o Philips CDi.

03. Atari 5200


Feito para suceder o Atari 2600, a Atari introduziu em 1982 o Atari 5200, que competiria com a Intellivision e principalmente a Mattel ColecoVision. O maior erro foi ter desenvolvido o console incompatível com 46 mil jogos. Outra catástrofe foi ter feito o pior controle da história dos videogames, era numerado e extremamente frágil, quebrava após poucas horas de uso. Unindo isso ao crash dos videogames em 1984, o produto tornou-se um fracasso.

02. R-Zone

R-Zone era um game portátil da Tyger Eletronics lançado em 1995, projetado para competir com o Virtual Boy. O R-Zone tinha cartuchos com uma mini-tela LCD vermelha em seu centro que projetava a imagem em um espelho HUD colocado em uma tira (headset) em volta da cabeça do jogador (veja a imagem). Era extremamente desconfortável, você tinha que jogar “com meio olho” para enxergar a tela.

A propaganda fazia um alvoroço enorme para anunciar o headset, como se fosse um Playstation 4, mas na realidade o console era como aqueles minigames que vem nas caixinhas de cereais atuais como brinde.
Anos mais tarde, após o incrível desconforto do R-Zone, a Tyger abandonou a idéia de visor e decidiu em fazer um console totalmente portátil com o extenso nome de R-Zone X.P.G (Xtreme Pocket Game), que também ficou conhecido apenas como R-Zone. De fato, ninguém considerava o R-Zone um console, era apenas um brinquedo ruim.

O que podia se esperar de um “console” de US$30?
As novas mudanças foram mínimas afundando de vez o R-Zone para o cemitério dos consoles. Graças ao photoshop eu não digo mais que uma imagem vale mais que mil palavras, mas certamente um vídeo vale. Abaixo um vídeo do R-Zone X.P.G. Não é necessário assisti-lo todo, apenas um minuto te dará a noção do quão ruim foi o R-Zone.




01. Gizmondo

Em 2000 a Tiger Telematics conseguiu impressionar com um portátil muito promissor. Gizmondo surgiu como das sombras na E3, causando supresa imediata. Possuía bons controles, bons jogos (apesar de poucos), música, filmes, mensagens instantâneas, GPS, câmera e, além de tudo isso, um sistema incrível de Realidade Aumentada que simula personagens em um cenário real, usando uma espécie de mini tapete especial que faria parte do portátil. Veja um vídeo para entender melhor:



Augmented Reality:



Por que falhou? Por incrível que pareça a Gizmondo tinha ligações com a Máfia sueca. Stefan Eriksson, diretor e acionista e chefe da equipe pediu demissão, junto com outros dois executivos, acusado de lavagem de dinheiro e burla a uma instituição financeira. Não somente eles, mas também outros crimes foram descobertos envolvendo a Tiger Telematics, tornando o Gizmondo um projeto falho e o pior console de todos os tempos. Mas, a Plextek trará Gizmondo 2 de volta ao mercado provavelmente esse ano, após melhoria na crise, e sem os antigos executivos dessa vez. Vamos aguardar pra ver.




Creditos: infopix

Os 10 melhores consoles da história

Se você se encontra em um site de games, muito provavelmente irá participar de uma discussão sobre qual console é verdadeiramente o

melhor, fóruns cheios de pessoas falando o motivo pelo qual seu console de eleição é o melhor e por ai vai. A famosa “Guerra dos consoles” que discutida saudavelmente pode ser muito interessante. A guerra dos consoles já existe mesmo antes da internet, bom, na verdade começou mesmo com o Super Nitendo e Sega Genesis no inicio dos anos 90.

A lista mostra os verdadeiros vencedores de todas as guerras de consoles e consoles esses que são lembrados até hoje.


10 - Sega Dreamcast



Ano de lançamento: 1999

Preço de lançamento: $199

Jogos lançados: 325

Unidades vendidas: 10.6 milhões


Sega Dreamcast (os codinomes foram “Blackbelt”, “Dural” e “Katana” durante o seu desenvolvimento) foi o último console de videogames da Sega e o sucessor do Sega Saturn. Com o objetivo de recuperar o mercado dos consoles com um sistema de sexta geração, foi criada por forma a bater tecnologicamente o PlayStation da Sony e a Nintendo 64. Mesmo tendo sido considerada um console que

deve ter de todos


9 - Nintendo 64



Ano de lançamento: 1996

Preço de lançamento: $199

Jogos lançados: 387

Unidades vendidas: 32.93 milhões


Lançado em 23 de Junho de 1996 no Japão e em 29 de Setembro nos EUA, o Nintendo 64 contava com apenas três títulos de lançamento: Super Mario 64 , Wave Race 64 e PilotWings 64. Já quando foi lançado na Europa, em 1 de Março de 1997, o console contava também com o jogo Star Wars: Shadows of the Empire. Foi o último console doméstico a utilizar cartucho (chamado pela Nintendo de “Game Pack”), distribuídos no Brasil inicialmente pela empresa Playtronic e posteriormente pela Gradiente Eletrônicos. Em Portugal, foi distribuída pela Concentra.


8 - Atari 2600



Ano de lançamento: 1977

Preço de lançamento: $199

Jogos lançados: 900 (aproximadamente)

Unidades vendidas: 30 milhões


Atari 2600 foi um video game projetado por Jay Miner e lançado em 1977 nos Estados Unidos e em 1983 no Brasil. Considerado um símbolo cultural dos anos 80, foi um fenômeno de vendas no Brasil entre os anos de 1984 a 1986 e seus jogos permanecem na memória de muitos que viveram a juventude nesta época.


7 - Nintendo DS



Ano de lançamento: 2004 (DS) - 2006 (DS Lite) - 2009 (DSi)

Preço de lançamento: $149 (DS) - $129 (DS Lite) - $179 (DSi)

Jogos lançados: 600 (Ainda á venda)

Unidades vendidas: 101 milhões (Ainda á venda)


O Nintendo DS (abreviado como NDS ou DS, assim como iQue DS na China) é um videogame portátil desenvolvido e produzido pela Nintendo, lançado em 2004. Ele é visualmente distinto por seu design horizontal abre e fecha, similar ao Game Boy Advance SP, e a presença de duas telas, a inferior age como uma tela sensível ao toque. O sistema também possui um microfone embutido, e tem suporte a conexão sem-fio via Wireless Local, permitindo uma interação entre os jogadores dentro de uma pequena área (9-30 metros, dependendo das condições), ou pelo Nintendo Wi-Fi Connection, que permite batalhas multiplayer pela Internet com jogadores de todo o mundo, e com um flashcard é possivel rodar mp3, videos e programas como msn, ds organize, ebook e word além de jogos.


6 - Nintendo Game Boy



Ano de lançamento: 1989 (GB) - 1996 (GBP)

Preço de lançamento: $109 (GB)

Jogos lançados: 626

Unidades vendidas: 70 milhões (Aproximadamente)


O Game Boy é um videogame portátil desenvolvido pela Nintendo desde 1988 e hoje encontra-se na sexta geração, na versão micro.

O projeto foi anunciado e mostrado na feira E3 de 1987, porque a Nintendo queria entrar com o mercado de portáteis. Com o grande sucesso do NES, a empresa tentou, mais uma vez, fazer sucesso com esse console. Em 1988, já estava tudo pronto, e começara a ser vendido em Abril de 1989.


5 - Sega Genesis (Mega Drive)



Ano de lançamento: 1989

Preço de lançamento: $189

Jogos lançados: 700 (Aproximadamente)

Unidades vendidas: 29 milhões


Mega Drive é um console de jogos de vídeo da geração de 16 bits da SEGA que concorria diretamente com o Super Nintendo. Conhecido como “Genesis” nos Estados Unidos, o console fez grande sucesso na década de 1990, perdendo espaço após o surgimento e popularização da nova geração de consoles de 32 bits, como o Playstation da Sony.


4 - Sony Playstation 2



Ano de lançamento: 2000

Preço de lançamento: $299

Jogos lançados: 1800 (Ainda lançando)

Unidades vendidas: 140 milhões (Ainda á venda)


PlayStation 2 (tendo sua abreviação como PS2) é o segundo console da empresa Sony, após o PlayStation original. Seu desenvolvimento foi anunciado em Março de 1999 e foi lançado no Japão em Março de 2000. A versão norte-americana foi mais tarde lançada em 26 de Outubro de 2000. Após um lento primeiro ano, o PlayStation 2 cresceu a ponto de tornar-se o mais popular console da história dos videogames, com mais de 140 milhões de unidades vendidas até 2009.


3 - Nintendo Entertainment System



Ano de lançamento: 1985

Preço de lançamento: $199

Jogos lançados: 789

Unidades vendidas: 61.91 milhões


Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (no Brasil apelidado como Nintendinho), é um videogame lançado pela Nintendo na América do Norte, Europa, Asia, Austrália e Brasil. Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de Nintendo Family Computer, ou apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o novo nome para ser lançado no mercado americano em 1985. O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o primeiro console a ser produzido por terceiros, o que ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante). Seu código de modelo é NES-001.


2 - Sony Playstation



Ano de lançamento: 1995

Preço de lançamento: $299

Jogos lançados: 1800

Unidades vendidas: 102 milhões


PlayStation é um console de video game fabricado pela empresa Sony, lançado em 3 de dezembro de 1994 no Japão e em 9 de setembro de 1995 nos Estados Unidos. Desde o seu lançamento até 2006 (quando sua produção fora extinta), o PlayStation vendeu mais de 100 milhões de unidades, superado pelo seu sucessor, o PlayStation 2.


1 - Super Nintendo Entertainment System



Ano de lançamento: 1991

Preço de lançamento: $199

Jogos lançados: 914

Unidades vendidas: 42.10 milhões


Aqui temos o verdadeiro vencedor das guerras de consoles de todos os tempos, console que possui jogos como: Super Mario World, The Legend Of Zelda: A Link To The Past, Super Metroid, Yoshi’s Island, Donkey Kong Country, Final Fantasy III, Chrono Trigger, Secret Of Mana, Mega Man X, Star Fox e a lista continua. Console este com um excelente controle, ótimos graficos, um som maravilhoso, isso tudo junto faz do Super Nintendo o melhor console de todos os tempos. Hoje jogamos potência, cada vez mais potência

A História da NINTENDO

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Há um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre A História do Mega Drive, que no geral foi muito bem recebida, especialmente pelos fãs do console e da Sega. Porém não vamos nos esquecer do principal adversário do saudoso Mega Drive, que também fez muito sucesso pelo mundo, inclusive aqui em terras brasileiras, o Super Nintendo Entertainment System.


Então, para a alegria dos fãs da Nintendo, vamos dar uma relembrada em seu mais famoso videogame. Foi com o surgimento dele que se deu início a uma verdadeira guerra pelo mercado de videogames: Sega de um lado, Nintendo do outro. Quem venceu? Os gamemaníacos!



O Super Nintendo, juntamente com o Mega Drive, deixou muitas saudades e muitos fãs por mundo afora. Vamos agora dar uma olhada na trajetória da Big N e do seu videogame reconhecido por muitos como o melhor que ela já fabricou.

Nintendo: dos baralhos aos games


hanafuda.gifA história da Nintendo é mais velha do que muitos imaginam. Tudo começou em 1889, quando Fusajiro Yamauchi fundou então a Nintendo Koppai, uma fabricante de baralhos situada em Kyoto. Os baralhos em questão são conhecidos como Hanafuda, que consiste de 48 cartas diferentes. São 12 conjuntos de 4 cartas cada. Cada conjunto representa um mês do ano e a flor que floresce nessa época. Cada carta é ilustrada com a flor do conjunto e pode, também, conter outros elementos como objetos, animais ou humanos. Yamauchi conseguiu algum êxito e dinheiro, vendendo seus baralhos em lojas da Nintendo em Kyoto e Osaka. Seu baralho fazia tanto sucesso que até membros da Yakuza (a máfia japonesa) usavam para jogar em seus encontros e jogos de apostas. Com a demanda crescendo, Yamauchi contratou um pessoal para ajudá-lo a produzir o baralho em larga escala, tornando então o "poderoso chefão" do Hanafuda.


E assim a popularidade da Nintendo Koppai foi crescendo, assim como os negócios. Já nos anos de 1900, a empresa já contava com parcerias deplayingcards-1.jpg outras companhias para vender o seu baralho. Nesta época, Nintendo Koppai tornou-se a primeira empresa a produzir e distribuir baralhos ocidentais no Japão (só lembrando que naquela época o Japão era bem conservador e não admitia produtos estrangeiros em seu país, inclusive baralhos). Em 1929 Fusajiro Yamauchi, já podre de rico, aposentou-se, e deixou então para o seu "ciccerone" (esse negócio de máfia pega, rs) Sekiryo Yamauchi, que é na verdade seu genro, a maior empresa de baralhos do Japão.


vr01105b.jpgSekiryo ficou 20 anos no poder da empresa, sendo reconhecido como um bom líder e empresário. Em 1949 foi a sua vez de se aposentar, deixando o lugar para o seu filho, Hiroshi Yamauchi, porém, diferente de seu pai, ele não era bem visto pelos empregados, que diziam ser ele arrogante, imprevisível e bastante temperamental. Mas graças a ele e ao seu comando de mãos de ferro, a Nintendo é hoje uma das maiores na indústria de games. Ele se aposentou em 2002 e recusou a aposentadoria de 9 milhões achando que a empresa iria fazer melhor uso com o dinheiro.



Nos 10 anos seguintes Hiroshi fez diversas mudanças. Mudou o nome da empresa para Nintendo Karuta Co. Ltd., mudou a empresa base de edifício e começou a produção de baralhos plastificados.


Em 1959 Hiroshi fechou um acordo com Walt Disney para a produção de baralhos com os famosos personagens americanos, com resultados satisfatórios. Em 1963 Hiroshi então mudou o nome da empresa novamente, para Nintendo Co. Ltd, nome esse que continua nos dias de hoje.



Uma das razões para a mudança de nome era para que ele pudesse expandir o ramo de produtos da empresa para além dos baralhos, que estavam sendo feitos há mais de 70 anos. Alguns desses novos "produtos" eram bastante diferentes do que o fundador original havia imaginado.


lovehotel-1.jpgHiroshi então montou o que podemos chamar de … "love hotel"… quartos eram alugados por hora, para fazerem vocês sabem o que…é, quem diria, a conservadora Nintendo já serviu de Motel!!! (curiosamente esses "Love Hotel" parece ser uma rede bem popular lá no Japão, não sendo um nome exclusivo da Nintendo). E é claro que o próprio Hiroshi tirava proveito indo visitar seu love hotel algumas vezes (claro que era apenas para supervisionar seu negócio :P), o que não deixou sua esposa muito feliz, não concordando com o empreendimento.


daiyataxi-1.jpgAlém do hotel, ele também criou uma firma de táxi, que até durou por um tempo, mas em alguns anos a Nintendo começou a perder verdinhas quando poderosos sindicatos de taxistas aumentaram seus salários.


Hiroshi fechou a companhia de táxi e pouco depois fechou as portas do seu love hotel.



Após suas tentativas frustradas em se aventurar em outros negócios, Hiroshi criou em 1964 o primeiro centro de pesquisas e desenvolvimento da Nintendo, batizada simplesmente de "Games", que eram brinquedos para crianças, nada a ver com games eletrônicos. Isso até chegar um jovem empregado chamado Gunpei Yokoi (apenas a mente por trás do primeiro Game Boy e de jogos como Metroid, Donkey Kong e Super Mario, juntamente com Shigeru Miyamoto, outra lenda no mundo dos games). Yokoi começou a bolar brinquedos inovadores que faziam sucesso, como a Ultra Hand, Ultra Machine, Love Tester (huuummm) e Ultra Scope. A Nintendo então fechou um acordo com a Sharp Eletronics para usar a sua tecnologia de sensor óptico em alguns de seus brinquedos, e assim nasceram jogos de pistolas com sensores.


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O departamento de brinquedos da Nintendo rapidamente floresceu, com Gunpei Yokoi na liderança na fabricação dos brinquedos eletrônicos, inclusive na fabricação de arcades com as pistolas de sensor. Na metade dos anos 70, Nintendo passou pro problemas financeiros por causa de crises no Japão. Querendo manter o recente sucesso da Nintendo na área de entretenimento, Yamauchi resolveu entrar em um acordo com a Magnavox para a distribuição do videogame Oddysey em solo japonês. O Oddysey vendia bem, mas a Nintendo tinha planos mas ambiciosos em mente. Contratando membros da Sharp Eletronics e com Gunpei Yokoi, Nintendo resolveu ela mesmo entrar no negócio de videogames. Criaram alguns arcades, que fizeram algum sucesso, mas que não eram páreo contra Space Invaders da Taito ou Pac-Man e Galaga da Namco.

Nintendo domina o mundo

Final dos anos 70 e início dos 80, o mercado mundial, principalmente o americano, era dominado pela Atari e videogames similares, uma febre mundial. A coisa foi tão boa que havia milhares de jogos, a maioria ruins, no mercado consumidor. Isso espantou as pessoas levando ao famoso "crash dos videogames", em 1984, que quebrou quase todas as empresas da área, inclusive a Atari. É como se uma bomba nuclear tivesse devastado a indústria de videogames.



Porém, do outro lado do mundo, em 1983, quase 100 anos depois de sua criação, a Nintendo lançaria o "Family Computer" ou simplesmente "Famicom" (o Nes 8 bits). Suas especificações técnicas deixavam as dos adversários (principalmente a Atari) no "chinelo". As vendas no Japão iam bem, até a data do "crash" já havia sido vendidas 2,5 milhões de unidades somente no Japão. Pipocavam as empresas que queriam desenvolver jogos para o sistema.


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o Famicom não era nada bonito


Instalada nos EUA em 1981, a Nintendo of America resolveu lançar o seu vitorioso Famicom nas terras do tio Sam. Mas no início ele não foi bem aceito, pois as pessoas ainda estavam temerosos pelo crash de 1984. A Nintendo teve um duro trabalho para convencer os lojistas a venderem seu produto. Ele foi mostrado pela primeira vez na Consumer Eletronics Show de 84, com um visual nada bonito e cheio de parafernálias. O público não gostou.



Na CES do ano seguinte o aparelho retornou, agora totalmente reformulado e com o nome de Nintendo Entertainment System (sistema de entretenimento? Playstation?) e a aceitação foi melhor. Após gastar a sola do sapato para convencer as lojas a venderem o Nes, o videogame acabou sendo um sucesso, e os EUA foi o país em que mais se vendeu o console.


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Nintendo e suas formas quadradas


Em 1984, uma respeitável empresa de arcades resolve peitar o monopólio da Nintendo. Surgia a Sega no mercado de videogames caseiros com o seu Master System. Apesar de tecnicamente superior ao Nes, o Master não teve vida longa nos EUA e Japão, porém fez estrondoso sucesso na Europa e na América do Sul (nesses lugares o Master System era bem mais popular que o Nes). Mas não o bastante para ameaçar o império da Big N.



No final de 1988 a Sega mostra as garras e lança então o poderoso Mega Drive, o primeiro videogame de 16 Bits: um visual bonito e arrojado, controles anatômicos perfeitos, impressionando a todos com jogos sofisticados e compatíveis com os arcades da época. Curiosamente, o Japão foi o único lugar em que o Mega Drive não emplacou. Mas nos EUA e no resto do mundo ele conheceu a glória no início dos anos 90. Lançado nos EUA com o nome de Genesis, ele rapidamente caiu no gosto dos americanos. Fez muito sucesso também na Europa e na América do Sul, repetindo sucesso do Master System nesses continentes. Aqui no Brasil, representado pela Tec Toy, foi dono e senhor do mercado.



A Nintendo, pela primeira vez na sua história se viu ameaçada. Apesar de ter 90% do mercado com o Nes, estava perdendo terreno para o novo mercado de 16 Bits que a Sega iniciou. A Nintendo precisava de um sucessor para o seu aclamado console de 8 Bits, para enfrentar a nova ameaça do console negro.


E surge o sucessor


vr01105i.jpgMasayuki Uemura (esse aí do lado com cara de nerds), o mesmo homem por trás do desenvolvimento do Famicom anos atrás, foi chamado para encabeçar a equipe que deveria desenvolver o videogame da próxima geração. E assim, no final de 1990, seria lançado no Japão o Super Famicom, que logo se tornou um sucesso. O console, por ser quase 2 anos mais novo que o concorrente, possuía gráficos e feitos audiovisuais bem mais sofisticados que o rival. Ele conseguia colocar até 256 cores simultaneamente na tela, de uma paleta de mais de 32.000 cores; movimentava sprites com efeitos de rotação, zoom e transparência; seu controle, apesar de não ser tão anatômico (parecia um osso) como o do Mega Drive, tinha 8 botões. Mas o poderoso videogame tinha um calcanhar de aquiles: o seu processador era muito lento, que rodava a apenas 3,57 MHz. Perdia de feio para o Mega Drive, que rodava a 7,67 MHz. Pode parecer pouca coisa, mas isso faria a diferença para o tipo de jogos lançado para cada console. O Super Famicom rodaria os RPGs (o gênero preferido dos japoneses, por isso o grande sucesso no Japão) com maior facilidade, pois são jogos "lentos" que não necessitavam tanto do processador. Já o Mega Drive se daria bem com jogos de esporte e plataforma. E assim, com o monopólio das melhores softhouses fazendo jogos exclusivos para o seu poderoso videogame (coisa que acontecia desde a época do Famicom), o Super Famicom rapidamente foi um sucesso estrondoso no Japão.


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o modelo japonês e o modelo americano


Mas a Nintendo cometeu um erro estratégico, e demorou a lançar o videogame no mercado americano. Apenas no final de 1991 é que o então Super Nintendo Entertainment System chegaria � s lojas americanas, com um novo visual lembrando uma caixa de sapatos (é, a Nintendo nunca foi muito boa com o design de seus consoles) e na cor branca, seguindo o padrão do antecessor. Foi inicialmente vendido por US$ 200 e vinha acompanhado do jogo Super Mario World. Na Europa foi lançado algumas semanas depois e aqui na América do Sul só importando, hehe (só em 1993 ele viria para o Brasil pela Playtronic).



Porém, o domínio da Nintendo no mercado japonês não se repetiu nos mercados americano e europeu. Com a demora do lançamento do seu Super Nintendo, deu tempo de sobra para a Sega consolidar firmemente o Mega Drive/Genesis na Europa e EUA, com preços atrativos do console e games e uma agressiva campanha de marketing nos EUA. O Super Nintendo vendeu bem, mas como a Nintendo dominava o mercado de 8 Bits com o Nes, agora era a Sega que dominava o mercado de 16 Bits.



Foi então que a Nintendo levou o golpe mais duro da Sega, na forma de um ouriço azul: Sonic The Hedgehoc. Sega joga pesado e coloca o carismático personagem para competir com o Super Nintendo. E não é que o ouriço deu um cacete no Snes e no velho Mário? A Sonic-mania espalhou-se pelo mundo com o jogo de ação supremo, ajudando a Sega a continuar a vender seu 16 Bits com uma larga vantagem. Daquele jeito, nem com 500 Super Marios o Super Nintendo podia chegar perto.


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Sonic chega para abalar o império da Nintendo


E a Nintendo teve que engolir um segundo lugar, mas ela não ia deixar barato, jamais entregaria assim a liderança do mercado americano e europeu. A rivalidade entre as duas empresas cresceu como nunca, e Nintendo e Sega produziram o que é provavelmente a mais notória guerra de consoles da história. Gamers se dividiam entre uma ou outra (os fãs mais fanáticos, os mais espertos tinham os dois consoles). A guerra acabou indo parar nas mãos dos games, tanto uma quanto outra lançavam games cada vez melhores. Até que, um certo dia, a Nintendo viu uma luz no fim do túnel…





E chegam os lutadores de rua


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Em 1992 veio a salvação do Super Nintendo graças � Capcom, que lançaria para o console o seu já consagrado game de arcade Street Fighter II, em uma conversão mais do que perfeita para o console da Nintendo.


Finalmente o Super Nintendo começou a decolar no ocidente, no Japão ele já dominava o mercado, agora faltava o resto do mundo. Mas a Sega estava preparada e contra-atacou com excelentes jogos para o Mega Drive, como Sonic 2 e Streets of Rage 2, além de que Street Fighter 2 sairia para Mega Drive um tempo depois.



A Nintendo ainda tinha que engolir o segundo lugar, mas desta vez estava mais próxima. A Sega possuía 56% do mercado contra 44% da Nintendo. O mercado estava completamente dividido entre as duas empresas e a guerra tinha chegado ao seu ápice. Foi então que surgiu, em 1994, a arma secreta da Nintendo que a colocaria novamente ao topo. Um personagem já esquecido seria ressuscitado e faria que o Super Nintendo assumisse a liderança do mercado dos 16 Bits…





A volta do Kong


Donkey_Konk_Game.gifEm 1981, Shigeru Miyamoto cria o jogo para arcade Donkey Kong (algo como "Gorila Burro") e que rapidamente vira um grande sucesso comercial. O jogador, um carpinteiro nanico, devia salvar a namorada que havia sido raptada pelo raivoso gorila. O carpinteiro ganha o nome de Mario, e tempos depois viria a estrelar seu próprio game, o pouco famoso Mario Bros.



Um fato curioso, em 1982 a Nintendo seria processado pela Universal Studios por plágio do seu filme King Kong. Porém a Universal caiu do cavalo pois não sabia ela que King Kong já havia entrado em domínio público, ou seja, não possuía mais direitos autorais. Pagou um senhor mico, ou devo dizer um senhor Kong? E pra sorte da Nintendo, pois está na cara que o game é chupadaço de King Kong, ehehe



Em 1991 a empresa Rare lança para o nintendinho o game Battletoads, game com sapos guerreiros anabolisados, que rapidamente virou um grande sucesso. O jogo seria relançado para o Super Nintendo em 1993, com o nome de Battletoads in Battlemaniacs. Depois disso a empresa tomou chá de sumiço. Durante esse tempo ela estava investindo em estações gráficas da Silicon Graphic, permitindo a ela a criação de uma nova tecnologia, a ACM (Advanced Computer Modeling). Essa nova tecnologia permitiu o desenvolvimento de gráficos de qualidade incrível para o Super Nintendo. A Big N, impressionada com os resultados, propôs que a Rare escolhesse um personagem da empresa para a criação de um game usando a nova tecnologia. O escolhido foi Donkey Kong.


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Em 1994 a Rare iria surpreender o mundo ao lançar Donkey Kong Country para o Super Nintendo. O jogo era revolucionário, mostrava gráficos que até então jogo nenhum havia conseguido reproduzir em 16 Bits: gráficos pré-renderizados 3D em um console 2D. O jogo foi o maior sucesso, as vendas do Super Nintendo dispararam, e finalmente a Nintendo consegue recuperar seu primeiro lugar no mercado de 16 Bits. Mais dois jogos do DK foram lançados para o Super Nintendo, mas não chegaram a impressionar tanto como o primeiro, afinal já estávamos entrando na era dos 32 Bits.



Aliado a isso e ao fato de em 1995 o presidente da Sega ter decidido parar com a produção e suporte ao Mega Drive, para se dedicar exclusivamente ao Saturn (que apanhou feio do Playstation) e a demissão do chefão da Sega of America, Tom Kalinske (grande estrategista e o principal responsável pelo sucesso da Sega nos EUA), não ficou difícil para a Nintendo dominar rapidamente o mercado, transformando o Super Nintendo o 16 Bits mais vendido na história. O Super Nintendo teve sua produção encerrada somente em 2000, e no Japão parece que ele ainda durou um pouco mais.



Só por curiosidade… a parceria entre a Rare e a Nintendo terminou no fim de 2002, quando a Rare se bandeou pro lado da Microsoft (dizem que Bill Gates desembolsou U$377 milhões de verdinhas para adquirir a empresa) e agora irá produzir games exclusivos para o XBox. Mas apesar disso, ela continuará a desenvolver games para as plataformas da Nintendo.





Playstation da Nintendo?


Com o lançamento do Sega CD para o Mega Drive a Nintendo rapidamente tomou medidas para lançar um leitor de CDs para o Super Nintendo. Para tal propósito ela firmou um contrato com a Sony para a criação do aparato para o seu 16 Bits. Chamado na época de Super Disc, que rodaria jogos em cartucho do Super Nintendo e jogos em CD, assim como o Mega Drive e Sega CD.


snescd.jpgPorém durante o projeto houve discordâncias entre as empresas. A Sony queria uma porcentagem das vendas do aparelho e games, que agora fora renomeado de PlayStation, que a Nintendo não aceitou . Sony então anuncia que havia conseguido os direitos de distribuição do novo aparelho. A Nintendo não gostou nada da notícia (a Big N é famosa por querer ter o controle de tudo) e no dia seguinte do anúncio da Sony, a Nintendo foi a público fazer o seu próprio anúncio, mas ao invés de firmar o pacto com a Sony como todos esperavam, disse que estava criando um leitor de CDs para o Super Nintendo com a Phillips. A Sony não gostou e as duas cortaram relações de vez, porém a Sony continuou o seu projeto do Playstation, que foi lançado em 1994, totalmente remodelado e sem nenhum laço com a Nintendo. A Nintendo tentou medidas judiciais para impedir o lançamento e a fabricação, mas perdeu em várias instâncias nos Estados Unidos e Japão.


Ironicamente, o Playstation dominou o mercado, que antes pertencia � Sega e a Nintendo, tornando-se o videogame mais vendido da história (mais de 100 milhões de consoles vendidos). Essa a Nintendo teve que engolir no seco, deve estar entalado na garganta até hoje.



E o acordo entre a Nintendo e a Phillips também não deu em nada, ou melhor, resultou sim, no CD-i, um aparelho interativo que não agradou muito, mas que foi lançado apenas pela Phillips, que ganhou também o direito de lançar alguns games da Nintendo para o console.





Mario? Que Mario?


mario.jpgEsse é um Mario que todo mundo deve conhecer. Como já dito, a primeira aparição de Mario se deu no arcade do Donkey Kong, criado em 1981. Mario possui o visual de hoje graças a fraca tecnologia de 1981:



Chapéu: Não haviam pixels suficientes para representar os movimentos dos cabelos enquanto Mario pulava, então Miyamoto deu a Mario um chapéu para cobrir os cabelos.



Bigode: De novo, devido � quantia limitada de pixels loteada pelo personagem, Mario tem um grande nariz e um bigode porque Miyamoto queria que as pessoas notassem que Mario tinha um nariz.



Macacões: Para se ver os movimentos dos braço do Mario, seus braços precisavam ser de uma cor diferente de seu corpo. Miyamoto deu a Mario macacões vermelhos para resolver este problema. Mario tinha a camisa azul e macacões vermelhos para Donkey Kong e Donkey Kong Jr. As cores foram trocadas para camisa vermelha e macacões azuis quando Mario Bros. estourou nos arcades.


Quando Super Mario Bros. foi lançado para o Nintendo Entertainment System, Mario tinha seus macacões vermelhos originais, mas sua camisa era de uma cor castanha. Em Super Mario Bros. 2, Mario voltou a usar seu conjunto secundário de camisa vermelha e macacões azuis, e esse esquema de cores não se alterou desde então.


vr01105c.jpgMas o estrelato mesmo só viria em 1985, com o lançamento de Super Mario Bros., um dos primeiros jogos de plataforma do tipo side-scrolling. O
sucesso foi tanto que o game foi responsável pelo sucesso de vendas do console Nes. Super Mario Bros. é um dos jogos mais vendidos de toda a história dos videogames, nem mesmo suas continuações venderam tanto quanto ele (teve ainda duas continuações no Nes). Sem falar que foi o grande sucesso do designer de jogos japonês Shigeru Miyamoto, o principal responsável pelo sucesso da Nintendo.



Mas o que levou Super Mario Bros. e suas continuações a terem todo esse sucesso? A fórmula não poderia ser mais simples: um jogo simples, mas extremamente divertido e viciante. E Super Mario Bros. foi lançado no momento certo. No ano de 1985, o mundo gamístico voltava a ter forças depois do crash de 84. As pessoas se surpreenderam com o novo estilo de jogo, antes acostumadas com games com tela fixa do Atari, mas agora Mario formatava um novo estilo, uma nova mecânica de jogo, a chamada ação de plataformas, popular até hoje mesmo com os jogos em 3D. A tela "rolava" (ou como os americanos dizem, side-scrolling), revelando um grande mapa, com elementos de exploração e inúmeros segredos que se escondiam em blocos ou passagens secretas dentro dos famosos canos. A variedade de cenários era gigantesca se comparada aos velhos jogos de Atari e similares, com mapas que tinham passagens para fases nos céus, em oceanos em ambientes subterrâneos, com uma grande variedade de inimigos e chefes no final de cada fase.



Além do protagonista, outros personagens da série acabaram ganhando o estrelato, como é o caso do Bowser e a princesa Peach, e claro, o seusuper-mario-64.jpg irmão Luigi. Outros amigos e inimigos foram surgindo, alguns ganhando nome e jogos próprios, como é o caso do dinossauro Yoshi e do rival Wario.



Não é a toa que Super Mario Bros. do nintendinho 8 Bits é o título mais vendido de toda a história dos games, com 40 milhões de cópias vendidas no mundo todo e reconhecido pelo livro dos recordes Guinness. Durantes os seus 20 anos de estrada, inúmeros games foram lançados, e a franquia de Mario já chegou a vender mais de 180 milhões de unidades no mundo todo.



Mas para alguém que já rivalizou a popularidade de Mickey Mouse,
Mario acabou encontrando um rival a sua altura, uma pedra no seu sapato que o incomodou por algum tempo, na forma de um ouriço azul. Sonic, o carismático e veloz mascote da Sega, realmente incomodou bastante a vida de Mario durante a era dos 16 Bits, e mesmo o game Super Mario World do Super Nintendo ser uma das mais notáveis aventuras do bigodudo já feitas até então, ele passou por momentos difíceis com o ouriço azul correndo por aí. Mas isso é história para uma outra matéria, mesmo porque hoje em dia o famoso ouriço corre também nas plataformas Nintendo, tendo achado no GBA o lugar perfeito para as suas aventuras em 2D.





E no Brasil?


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cartaz-grande.jpgNo Brasil a Nintendo seria representada pela Playtronic Industrial Ltda somente no final de 1993, entre uma fusão das empresas Gradiente e Estrela. A Sega já dominava o mercado brasileiro graças � competência e excelente suporte da Tec Toy (que até hoje existe e ainda fabrica os videogames, mesmo sem o suporte da Sega). Apesar da Playtronic não conseguir o mesmo êxito que a Tec Toy alcançou (a Platronic durou apenas alguns anos, e a Nintendo vendo que a Sega já não era mais uma ameaça e como o Playstation não tem representante oficial aqui, largou a empresa � deriva que fechou as portas) ela chegou a lançar os consoles e games Nintendo por aqui. A principal vantagem disso era que tanto ela, como a Tec Toy abaixam os preços dos seus produtos, e quem saía ganhando era o consumidor. Sem dizer das propagandas, dos jogos que eram lançados simultaneamente com os EUA e tranqueiras oficiais que chegavam aqui. É, o Brasil já teve o gostinho de experimentar esse concorrido mercado de games do jeito que ele é nos EUA e outros países (bom, nãoplaytronicnes.jpg exatamente do mesmo jeito, mas pelo menos uma parte dele).



A Playtronic tinha uma forte adversária na Tec Toy (que tinha 75% do mercado brasileiro com os seus consoles), que fazia uma fortíssima campanha de marketing em volta dos seus carro-chefes, o Master System e o Mega Drive, lançando jogos em português e jogos modificados para atender ao público brasileiro, como Chapolin e a Turma da Mônica. Isso obrigou a Playtronic a investir também em seu marketing com diversas propagandas em revistas e jornais, e até uma reportagem no Fantástico sobre a sua chegada.



Entretanto o Nes 8 Bits não fez muito sucesso por aqui, primeiro por causa da demora da sua entrada no mercado brasileiro e segundo por que aqui já existia anos antes clones piratas do console, como o famoso Phantom System (por ironia, da própria Gradiente), o Hit Top Game (eu tinha um desses), o Dynavision, entre muitos outros. É claro que a Nintendo não deu nenhuma licença para todo esses consoles, ou seja, era tudo pirataria, mas que ajudou a popularizar o nintendinho 8 Bits.



Em 1996, por algum motivo desconhecido, a Estrela abandonou a empresa, que passou a se chamar então de Gradiente Entertainment Ltda (o que deixou os produtos Nintendo bem mais caros no mercado) e tempos depois, no início de 2003, a própria Gradiente em declaração oficial, disse que deixaria de fabricar e comercializar a linha de videogames, encerrando a parceria com a Nintendo no Brasil.


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mega drive? não, Phantom System



E no fim das contas


Ok, estamos quase chegando ao final dessa retrospectiva e eu gostaria de dizer para os fãs mais fanáticos da Sega e Nintendo não virem me aporrinhar, dizendo que esta matéria está toda errada, que um ou outro videogame é o melhor do mundo e blá, blá, blá. Tudo que foi aqui escrito teve um trabalho minucioso de pesquisa em sites brasileiros e estrangeiros, além das minhas próprias memórias, para trazer a vocês fatos interessantes da história desse inesquecível videogame da melhor maneira possível. Quem quiser pode assistir a esse documentário da BBC, Inside Nintendo, que mostra muita coisa que foi dito aqui.



O surgimento do Super Nintendo foi responsável pela mais notória e histórica guerra dos videogames, com as duas empresas, Sega e Nintendo, fazendo de tudo para agradar aos consumidores, que ganhavam cada vez mais jogos melhores e melhores. No final das contas foi uma guerra "saudável" e quem venceu? Considerando que o Snes virou o jogo no segundo tempo (mas isso não apaga os milhões de Mega Drive vendidos até então) ele não fez feio. Quem realmente ganhou mesmo foi o público consumidor. Quem viveu naquela época jamais vai esquecer os comerciais, as capas de revistas com as mascotes das empresas, entre outras coisas.



O Super Nintendo fez história no mundo e conquistou uma legião de fãs em toda parte, inclusive aqui no Brasil. Muitos consideram o console como o melhor já feito pela empresa, com a melhor lista de jogos que nenhum de seus sucessores conseguiu superar. O 16 Bits mais vendido na história, com aproximadamente 45 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. A Nintendo, que já dominou o mercado, hoje encontra-se disputando o 2º lugar com a Microsoft (e a Nintendo corre sérios riscos de perder) e a Sony reina absoluta no primeiro lugar. Depois de tropeços com o N64 (a Big N também erra) e a tentativa do Game Cube (que perdeu pro PS2), ainda resta a esperança do seu novo videogame Revolution. Mas independente do resultado disso, o Super Nintendo será sempre lembrado pelos seus fãs como o melhor videogame da história.





Curiosidades



  • No lançamento do Super Famicom no Japão houve rumores que a Yakuza pretendia roubar os consoles que estavam sendo enviados por navio a noite, para serem vendidos no mercado negro.

  • O Super Nintendo europeu, além de ser lançado dois anos depois do lançamento do japonês, ainda rodava os games 17% mais lento que as versões americanas e japonesas e ainda contavam com largas faixas pretas em cima e embaixo da tela, não sendo em tela inteira.

  • A Nintendo já travou inúmeras batalhas judiciais (perdendo milhões de $$ em muitas delas): contra o lançamento do aparelho Game Genie (que permitia códigos para macetes aos games. A Nintendo perdeu a causa e inclusive fez algumas versões de jogos que queimavam se estivessem encaixados com o Game Genie, como Final Fantasy 3 e Chrono Trigger); por exercer um monopólio na área dos videogames com contratos com as softhouses que exigiam games somente para as plataformas Nintendo; contra a Samsung que aparentemente fornecia games Nintendo para companhias piratas; esses são apenas alguns exemplos.

  • O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi comprou 60% do time americano de baseball Seattle Mariners (ele disse ainda que tinha planos de mover a base da Nintendo do Japão para Seattle, mas isso nunca aconteceu).

  • Existe um filme (com atores) de Hollywood chamado Super Mario Bros- The Movie, mas foi um fracasso total (o filme é um lixo!).

  • O maior fracasso da Nintendo (além do filme acima citado) tem um nome: Virtual Boy, videogame de realidade virtual criado por Gunpei Yokoi.

  • Square rompe relações com a Nintendo de uma parceria que vinha desde o Nes com o lançamento do N64, juntamente com a produção do novo Final Fantasy que estava sendo criado, e arranja uma nova casa no console da Sony, o Playstation, que usava como mídia o CD (melhores para fazer rpgs) ao invés de cartuchos do N64.

  • A palavra "Nintendo" é composta de 3 kanjis japoneses, Nin-ten-do, que possuem várias traduções como: "o paraíso abençoa o trabalho duro"; "Deixe a sorte para os céus"; "nós fazemos tudo que podemos, o melhor que podemos, e esperamos os resultados"; "trabalhe duro, mas no final tudo estará nas mãos do paraíso", entre outras coisas.

  • O game Nosferatu do Snes foi o game mais adiado da história da Nintendo: foi anunciado para 91/92 mas saiu apenas em 1995.

  • O sobrenome de Mario é "Mario". Isso mesmo, Mario Mario. E ele recebeu esse nome pois na época do lançamento do arcade de Donkey Kong, o personagem (que tinha o nome de Jumpman) era tão parecido com o dono do prédio da Nintendo nos EUA (um italiano, por sinal) que se chamava Mario.

  • A série Metroid sempre fez muito sucesso nos EUA, mas no Japão nunca foi muito popular.


  • Pânico Pokemon: o lançamento do desenho baseado no game provoca inúmeros casos de epilepsia no Japão. Nintendo perde milhões de dólares. O desenho foi adiado várias vezes aqui no Brasil por causa dessa polêmica. Boatos sobre jogos da Nintendo terem o mesmo efeito se espalhou, o jornal sensacionalista The Sun da Inglaterra teve como título: "Nintendo matou meu filho!".


Periféricos


O Super Nintendo não teve tantos periféricos como o Mega Drive, mas eis alguns deles:



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snes_mouse.jpg



snes_scope.jpg


adaptador para 4 controles mouse bazuca Super Scope (não fez muito
sucesso)

snes_supergb.jpg



snes_fire_region_converter.jpg



snes_actionreplaymk3.jpg


Super Game Boy, permitia jogar jogos do
Game Boy através do Snes
adaptador para jogos americanos/japoneses Carts de código, que permitiam macetes
para os games, esse daí é o Action Replay

snes_satelliview.gif



snes_superwildcard_x3.jpg



snes2_sys.jpg


Nintendo Satelliview, lançado apenas no
Japão, que permitia o download de jogos via satélite
Copier Units, uma espécie de cartão de
memória para salvar os games

Snes 2, feito para competir com o Genesis 3


Propagandas



konami0003.jpg


propaganda do Super Castlevania IV

capcom0011.jpg


propaganda de Street Fighter 2

capcom0013.jpg


propaganda de Demons Crest

capcom0014.jpg


propaganda de X-Men Mutant Apocalypse

konami0042.jpg


propaganda de Teenage Mutante Ninja
Turtles IV

nintendo0001.jpg


até Luigi ganhou um jogo, no
fraquinho Mario is Missing (nem assim ele ganha o nome no título
do game)

topgear.jpg


propaganda de Top Gear fazendo
trocadilho com a famosa frase "Merdas Acontecem" (Shit
Happens)
 
http://gtgames.net.br/brogui%20do%20umor/broguidoumor.xml